Ação nacional visa arrecadar 500 toneladas de alimentos não perecíveis. Em Foz, a meta é atingir 1,5 toneladas que serão repassadas às famílias assistidas pela instituição
Da Redação
Com a intenção de fazer mais feliz o natal de algumas famílias de Foz, a Legião da Boa Vontade (LBV), já lançou a tradicional campanha Natal Permanente, que vai até o início do mês de dezembro.
A mobilização é nacional e a meta total é arrecadar 500 toneladas de alimentos não perecíveis. Para isso, a instituição conta com a colaboração de artistas e personalidades da mídia na divulgação da campanha.
Em Foz, segundo a gerente administrativa da instituição, Maria Célia Pereira Batista, o objetivo é arrecadar 1,5 toneladas de alimentos não perecíveis que serão doados às 80 famílias assistidas pela LBV e também para outras instituições parceiras, que receberão os alimentos separados em cestas básicas no dia 14 de dezembro.
A intenção principal da ação é estimular a sociedade a fazer doações assim, contribuir para a continuidade dos programas desenvolvidos pela LBV, como o “Criança futura no presente”, realizado em Foz e que ocupa o contraturno escolar com a finalidade de dar ocupação funcional às crianças e evitar que elas tenham tempo ocioso.
A ação nacional visa colaborar para que o país alcance as metas estabelecidas pela Organização das Nações Unidas, (ONU), em 2000, de acabar com a fome e a miséria e promover Educação Básica de qualidade de forma igualitária até 2015, a fim de assegurar a melhora da qualidade de vida da humanidade e a sustentabilidade do planeta.
Doações
As doações podem ser feitas na sede da instituição, localizada na Avenida Costa e Silva, 186, no Pólo Centro. Aos sábados a LBV disponibiliza uma equipe de voluntários para fazer a arrecadação nos supermercados Líder e SuperMax, ambos na Vila A.
“Os voluntários ficam nos mercados para dar informações e orientar os que querem fazer as doações”, afirmou a Maria Célia.
Ela lembra ainda que, as doações não precisam ser feitas somente na época do Natal. Durante o ano inteiro a instituição recebe os donativos, e também aceita voluntários para atuar na educação e formação dos que freqüentam o espaço.
Parceria
Até o começo da semana a LBV de Foz tinha arrecadado 605 quilo de alimentos. Uma quantia pequena perto da meta de 1,5 toneladas. Para ajudar e colaborar com a instituição, a Chácara do René promove neste sábado, 14, o Pagode Solidário.
Para entrar no local será cobrado dos homens a quantia de R$ 10, e as mulheres pagarão R$ 5 e um quilo de alimento não perecível. Tanto o montante arrecadado com os ingressos quanto os alimentos serão repassados à instituição.
Mais informações pelo telefone (45) 3573-7008, ou pelo site: www.lbv.org.br.
Noite cultural deverá reunir estudantes dos cursos de comunicação social em apresentações artísiticas
Reportagem: Aline Aguayo
Incentivados pela professora de espanhol Tânia Orona Betancor, os alunos do 4º Período de Comunicação Social promovem hoje (27) o 2º Auê de Comunicação, a partir das 19h30 no anfiteatro Elias Hauage, na UDC.
Segundo a coordenadora do curso, professora Msª Sônia Mendonça, o objetivo é “despertar a criatividade dos acadêmicos”. Para ela, eventos que trabalhem a cultura são importantes para a formação dos futuros profissionais.
Sonia contou que o projeto, de iniciativa da professora Tânia, já havia sido realizado anteriormente, apenas com uma turma. “A idéia foi dela, mas a faculdade aderiu como atividade do curso”, afirmou a coordenadora.
De acordo com Sônia, o objetivo é fazer com que o evento se repita a cada semestre e cada vez maior, contando com a participação de mais alunos.
Idéia
Segundo Tânia, a idéia do evento surgiu a partir da observação que ela fazia quanto às habilidades artísticas de alguns alunos, porém, sem espaço para exibi-las.“O Auê é um laboratório para os alunos de comunicação”, afirmou a professora. A programação será bastante variada e contará com a participação de todos os acadêmicos dos cursos de Jornalismo, Publicidade e Propaganda e Relações Públicas
Até ontem, trinta trabalhos já estavam inscritos, incluídos nas categorias de música, piadas, esquetes teatrais, declamação de poesias e contos escritos pelos acadêmicos. “É uma noite cultural”, pontuou a coordenadora do curso. Além de mostrar os dons para os colegas, os alunos farão a filmagem, fotografia e até mesmo a gravação de um DVD. “Teremos telões, projetores e uma mesa de corte onde os alunos poderão fazer a gravação do DVD”, explicou Tânia.
A acadêmica Caroline Ramalho, do 6º Período de Publicidade, aprova a iniciativa. Ela, que faz parte das bandas SoulFunk PopRock e Sargento Pimenta, vai participar do evento juntamente com a colega de sala, Mariel Díez Perez. Enquanto Caroline mostra o seu talento de vocalista, a amiga exibe as habilidades no teclado. Para a acadêmica, esses momentos de descontração são valiosos e ajudam até mesmo naquilo que os futuros publicitários precisam ter a toda instante: a criatividade. “Numa realidade onde a maioria dos acadêmicos trabalha o dia todo e sente as pressões da faculdade ao final dele, ter momentos onde a criatividade impera nos ajuda a relaxar e perceber as nuances do dia a dia de outra forma, principalmente para os acadêmicos de comunicação que precisam ser criativos o tempo todo”, afirmou.
Segundo Caroline, utilizar os recursos artísticos de cada aluno não é somente uma forma de divulgar trabalhos e talentos, “a expressão da arte é com certeza uma bela maneira de exercitar isso, tanto para quem se expressa quanto para quem aprecia”, observou. Nessa edição, o evento será reservado para apresentações somente dos alunos de qualquer curso de comunicação social, mas, segundo a coordenadora, o Auê será aberto a todos que quiserem prestigiar.
Durante toda a manhã de ontem alunos do Centro Profissionalizante da Apae realizaram a II Mostra Cultural, com exposição de produtos confeccionados na entidade
Aline Aguayo
Fotos: Roger Meireles
Os alunos atendidos pelo Centro Profissionalizante da Apae (Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais) realizaram ontem, 23, a II Mostra Cultural, com o objetivo de divulgar os trabalhos realizados na escola.
O centro profissionalizante funciona paralelamente às atividades realizadas na Escola Melvin Jones, e atende em período integral. Portanto, quando os alunos não estão no Centro, estão na escola.
Cerca de 40 alunos atendidos pela instituição participaram expondo os talentos e artes aprendidas, como dança, teatro, artesanato e panificação.
Escolas municipais, estaduais e particulares foram convidadas à apreciar o trabalho desenvolvido na instituição.
“Esse ano nós queremos bater o recorde de público”, afirmou a Diretora do Centro, Silvinha Félix Rocha. Segundo ela, estavam sendo esperadas mais de 400 pessoas até às 11h30, horário em que as atividades foram encerradas.
De acordo com Silvinha, a motivação é o principal objetivo para a realização do evento. “Eles (os alunos) se sentem realizados, se sentem importantes em realizar trabalhos que as pessoas admiram, ficam elogiando e reconhecem a importância das atividades”.
Oficinas
As pessoas que visitaram a mostra puderam aprender um pouco mais sobre a responsabilidade com o meio ambiente, através da reciclagem de materiais. “Os alunos foram até os rios e terrenos baldios, tiraram fotos e produziram um vídeo informativo sobre a importância da destinação correta do lixo”, explicou a diretora.
As propriedades nutritivas das frutas também foram abordadas pelos alunos. Eles dividiram as frutas de acordo com a classificação nutricional e explicaram uma a uma aos visitantes. “Eles usam no dia-a-dia, é estimulo para alimentação saudável”, pontuou a Silvinha.
Nas oficinas de artesanato, as salas estavam divididas de acordo com o que os alunos produzem. As meninas ficam responsáveis pelo feitio de fuxicos para tic-tacs e xuxinha de cabelo, fabricação de bolsas, biscuit, tapetes, boneca, colares, acessórios para colocar em lápis e caneta, bordado comum e com miçangas, entre outros. “Eu gosto muito”, afirmou a aluna Juceli Souza, enquanto bordava uma borboleta de miçangas em um tapete. Já Sidnéia da Silva afirma: “eu gosto de fazer fuxico”.
Conforme afirmou a professora Maria de Fátima Roma, há 10 anos na Apae, os trabalhos manuais auxiliarem no desenvolvimento, trabalha a atenção e coordenação motora das alunas, além disso, “são trabalhos que elas podem fazer em casa e ter renda extra com qualquer pedacinho de retalho”.
Já os meninos são responsáveis pelo trabalho de marcenaria. Quem entrou na oficina se deparou com prateleiras, baús, sapateiras e até restauração de móveis utilizando a técnica da pátina. “Como é uma oficina terapêutica protegia, o professor esta sempre orientando, sempre cuidando pra não ter acidentes com nenhum material”, explicou Silvinha.
Além desses trabalhos, os alunos produziram também uma horta e explicaram todos os processos de cultivo dos alimentos plantados lá.
Confecção de pães, cucas, bolachas, brigadeiros fazem parte da oficina de Panificação e podem ser encontrados à venda no Centro.
Além das oficinas, os alunos participam uma vez por semana das aulas de informática – com a finalidade de promover a inclusão digital, e artes, que trabalha a coordenação motora.
No pátio da escola, os professores Paulo Muniz e Cristiane M. Noé, de Educação Física, montaram um circuito psicomotor que auxilia na coordenação, equilíbrio, lateralidade e esquema corporal. “Cada estação dessa é pra desenvolver uma atividade específica”, explicou Cristiane.
Comunidade
Valorizar e tornar conhecido o trabalho dos alunos. Essa é a principal importância da participação da comunidade. “As pessoas ficam conhecendo os produtos confeccionados, podem comprar lembrancinhas para presentear alguém e percebem o potencial dos alunos”, afirmou a professora Maria de Fátima.
E não é somente durante as exposições que a comunidade pode participar. O centro está sempre aberto, e os produtos estão à venda. “Tudo o que é feito aqui é comercializado entre os professores, alunos e agora a comunidade inteira pode comprar”.
E o que não tem disponível, é feito pedido e os alunos confeccionam. Quanto à restauração de móveis, os interessados podem levar o produto que os meninos fazem o trabalho.
A participação da comunidade não pára por aí. Como as oficinas são mantidas pela renda gerada com a venda dos produtos, a doação de materiais é sempre bem vinda.
O Centro Profissionalizante da Apae está localizado na Rua Avaí, 107, no Jardim Itamaraty. Mais informações pelo telefone: (45)3573-1617.
*Pitaco: Eu comprei uma sapateira em forma de gato. Linda. Super bem feita. O artesanato deles é de primeira.
Profissional iguaçuense conquistou o título de arquiteto oficial do maior evento de arquitetura e decoração do Paraná
Reportagem: Aline Aguayo
Foto: Arquivo pessoal
Formado há quatro anos, em Foz do Iguaçu, o arquiteto Marcelo Lopes participou pela segunda vez do Casa Cor Paraná, com tema “Ecocriatividade e Responsabilidade Social”, realizada de junho a julho de 2009, em Curitiba.
Responsável pelo espaço “Bilheteria e atenção ao Cliente”. Nesse ambiente o arquiteto explorou o uso de revestimentos em mármore e granito, papel de parede e tecidos. A iluminação também foi uma das preocupações do profissional, que utilizou peças consideradas tendências da Feira de Milão, assinadas pelo designer Ross Lovegrove. “Como se trata da “entrada” do evento, procurei acolher com um paisagismo limpo”, pontuou.
A intenção do arquiteto foi integrar a funcionalidade e praticidade com a elegância de ambientes sóbrios e puristas.
O resultado do evento rendeu bons frutos à Marcelo, que além de ter o trabalho em evidência, foi o único dos expositores que conquistou o “cargo” de arquiteto oficial da Casa Cor – PR, fato que lhe dá a responsabilidade de cuidar de todos os desenhos que farão parte da exposição.
A importância desse fato é também reconhecida pelo arquiteto, que afirma “pro meu currículo isso é ótimo, já estava ótima apenas participando como expositor agora a responsabilidade é maior assim como o respeito”. O Evento
Realizada dos dias 5 de junho a 12 de julho no Asilo São Vicente de Paulo, em Curitiba, e teve como meta aliar designs bonitos e inovadores, com praticidade e funcionalidade para o dia-a-dia, sem esquecer a questão da responsabilidade com o meio ambiente.
E essa foi a preocupação de Marcelo. “O piso que usei no meu ambiente, por exemplo, é um piso feito de material reciclado, trata-se de um piso importado fabricado a partir de resíduos de fibras de plástico e madeira, com durabilidade inigualável perto dos pisos existentes hoje no mercado e é um lançamento que a Michelangelo Mármores e Granitos está importando e fornecendo para o Brasil todo. Sem contar com a interação entre o ambiente construído com peças de design internacional com o paisagismo existente no local”, disse Lopes.
Participação
Para ter um trabalho exposto na Casa Cor, é preciso que o profissional tenha formação superior em arquitetura, ter endereço comercial fixo, estar ativo na profissão, mas, de acordo com o Lopes, ter uma boa indicação também ajuda na hora de ter um projeto aprovado. “Existe um critério onde, principalmente para quem está iniciando no evento, não estão disponíveis todos os ambientes, o que nos é disponibilizado no início são espaços com temas menos complexos”, informou o arquiteto.
Será realizado no dia 3 de outubro, a segunda edição do Campeonato Sul-Americano de Arremesso de Celular, organizado pela Aresf (Associação Recreativa da Segurança Física) da Itaipu Binacional.
No ano passado a competição contou com 123 participantes, a intenção para esse ano é chegar a 200 arremessadores, segundo declarações do idealizador do evento, Gabriel Antonio de Campos Neto, agente de segurança da Itaipu.
O campeonato teve início há 10 anos na Finlândia. No Brasil,o primeiro campeonato aconteceu em São Paulo e “no começo as pessoas achavam loucura arremessar um aparelho caro, mas hoje é bastante aceitável”, afirmou o idealizador do evento.
A novidade para esse ano, é que além dos telefones portáteis, os notebooks também irão aos ares, pois será lançado o primeiro Campeonato Mundial de Arremesso de Notebook e Neto acredita que a modalidade terá o mesmo sucesso que os celulares.
Os dois torneios acontecerão em comemoração à Semana da Segurança Empresarial de Itaipu, que este ano comemora 35 anos.
De acordo com Neto, o principal objetivo, além da comemoração do aniversário, é conscientizar a população quanto à destinação correta das baterias de celulares e notebooks, que quando descartadas em local incorreto, podem contaminar o meio ambiente. “No Brasil, 11 toneladas de baterias são jogadas no lixo de forma incorreta”, observou.
Com o campeonato duas entidades serão beneficiadas. A COAAFI (Cooperativa dos Agentes Ambientais de Foz do Iguaçu), que receberá os aparelhos arremessados e o Projeto Mão Amiga, da Prefeitura, que abriga os moradores de rua da cidade.
“No ano passado, 90% dos celulares utilizados no campeonato ainda funcionavam, então, a COAAFI reutilizou, já os que não prestavam mais, tiveram destinação correta. Os catadores revenderam as partes plásticas e que podem ser recicladas e a levaram as baterias para as revendedoras de celulares, que são as únicas que recolhem esse tipo de lixo”, informou Neto.
Já o projeto Mão Amiga será beneficiado com os alimentos arrecadados pelo Rotary e também durante as inscrições dos participantes.
Regras:
As inscrições serão feitas no local da competição. Os participantes devem estar munidos de seus celulares (no máximo dois), e também de dois quilos de alimento não perecível.
Na hora de arremessar o aparelho, a bateria é retirada para que não haja risco de contaminação. No caso dos notebooks, a tela de LCD e a bateria serão retiradas dos aparelhos, pois conforme explicou Neto, “a tela de LCD pode quebrar e o líquido vazar e contaminar o solo”.
Comemoração:
Em parceria com O Moinho de Trigo Matilde, o aniversário da Aresf será comemorado com um bolo de 35 metros. Segundo o idealizador do evento, “a intenção é aumentar um metro do bolo a cada ano”.
O espaço do Gramadão da Vila A, vai receber também, diversos produtos das empresas que apóiam o projeto, para exposição ao público e a Itaipu terá um espaço para que as pessoas conhecerem o carro elétrico desenvolvido na hidrelétrica. Além disso, Neto afirmou que o evento “tem recebido bastante apoio da rede hoteleira e do turismo da cidade”.
O segurança ainda lembrou que o evento não tem fins lucrativos ou políticos. “Quando vamos pedir apoio das empresas nós não pedimos dinheiro, pedimos brindes e prêmios para o os arremessadores”, afirmou.
O campeonato
A competição será realizada no Gramadão da Vila A, com início às 14 horas e término previsto para as 19 horas.
Alem dos produtos que serão expostos, as crianças poderão se divertir em brinquedos como pula-pula, cama eslástica e piscina de bolinhas, disponibilizados pelo Sesc e Sesi. “Terão monitores, equipe de saúde, pessoas orientando quanto à DST’s, e antes do início do campeonato, haverá uma rápida palestra sobre a importância da reciclagem”, pontuou o idealizador.
Premiações:
Independente de ter conquistado posição entre os cinco primeiros melhores arremessos, Neto afirmou que essa é um campeonato onde todos ganham. “Além dos crachás, serão distribuídos bonés, camisetas e outros brindes que serão sorteados na hora”, explicou.
Os primeiros lugares – da categoria masculina e feminina no arremesso de celular, receberão uma bolsa de estudo para concurso no valor de até R$ 2 mil.
Já os primeiros colocados no arremesso de notebooks (o homem e a mulher vencedora), ganharam o peso do casal em chope e latas de cerveja doados pela Colônia, que também disponibilizou 240 litros de refrigerante para o público.
Além dos principais prêmios os participantes concorrerão à:
- 4 ingressos do Circuito Turístico Especial – CTE; 4 ingressos da Visita Panorâmica; 4 ingressos da Visita ao Ecomuseu; 4 ingressos da Visita ao Refúgio Biológico – RBV.
- 04 ingressos do passeio Macuco Safári; 01 convite/jantar (casal) no Kattamaram
- 01 diária para 2 pessoas ; 02 Jantares Restaurante Italiano, no Hotel Bella Itália.
- 04 Jantares ou almoço (peixes e frutos do mar).
- 01 Passeio de Helicóptero para 02 pessoas pelas Cataratas do Iguaçu.
- 04 passeios Parque das Aves
- 04 Jantares Show Latino Americano
- 01 diária para duas pessoas no Hotel Rafain Palace
- 06 ingressos baile do chope na FERNATEC
- 2 diária para 02 pessoas com café da manhã (uma diária para cada sorteado), 01 almoço ou jantar para 2 pessoas (Menu Brasil Restaurante bar), 01 prato Sabor mais (entrega), no Hotel Tarobá.
- 03 aparelhos celular Motorola W233 com Tim chip no plano Infinity-Pré
Sesc abre oficina para ensinar técnicas de expressão corporal através da dança contemporânea, encerramento será feito com espetáculo que homenageia as mulheres
Reportagem: Aline Aguayo
Durante os dias 28 e 29 de setembro o Sesc receberá convidados especiais para realizar a oficina de dança “O intérprete-criador na dança contemporânea”, com carga horária de oito horas, com técnicas voltadas para bailarinos, atores, coreógrafos e afins, a partir de 14 anos. O espetáculo faz parte da 4ª Etapa do Projeto Nacional Palco Giratório e integra o espetáculo “Rito de Passagem”. Segundo Talitha Bianchini, coordenadora de eventos do Sesc, Foz é a primeira cidade do Paraná a receber o espetáculo. Com o objetivo de ensinar o aluno a utilizar o corpo como instrumento de interpretação e criação da dança moderna, estimular a percepção musical e criatividade, propiciar elementos para utilização do chão como ponto de apoio e força propulsora em saltos e sequencias, a oficina será ministrada por Yara dos Santos Costa, mestranda em Performance Artística-Dança, pela Universidade Técnica de Lisboa na Faculdade de Motricidade Humana, e pós-graduada em Coreografia pela Universidade Federal da Bahia. Segundo a assessoria do Sesc, as aulas serão expositivas e explicativas. Os alunos assistirão à vídeos sobre a dança contemporânea, também chamada de dança aérea, por utilizar muitos dos recursos técnicos usados em teatros. Nas as aulas práticas, serão realizados exercícios de solo e posteriormente, ocupando todo o espaço da sala. Para o encerramento da oficina, pequenas células coreográficas serão formadas para a realização de um espetáculo envolvendo todo o conteúdo da oficina. Programação: No primeiro momento (O Intérprete), serão realizados trabalhos para desenvolver a consciência corporal dos alunos. Esse trabalho será divido em duas etapas: Espaço interno, que visa auxiliar na percepção dos receptores exteroceptivos, ou seja, a pele e órgãos dos sentidos; e a percepção dos receptores proprioceptivos, que engloba os músculos, tendões e articulações. A segunda etapa é o Ritmo Interno, que trabalha as percepções do ritmo interno e próprio do aluno e a percepção musical e o movimento. Para que o aluno tenha as primeiras noções do trabalho com o corpo, as atividades iniciais serão feitas no solo, com movimentos vibratórios do corpo, utilizando os membros inferiores e superiores e a coluna; transferência de peso, balanço, equilíbrio, giros em diferentes apoios no chão, quedas e recuperação, saltos para aquecimento dos pés, seqüências de locomoção utilizando o conteúdo da aula e participação criativa do aluno. No segundo momento (O Criador), serão realizados trabalhos de improvisação no solo, improvisação com duas ou mais pessoas utilizando contato, improvisação para organização das células coreográficas para encerramento do curso. Espetáculo: Na terça-feira, 29, durante o encerramento da oficina, será realizado um espetáculo com a participação dos alunos, envolvendo todas as técnicas e momentos aprendidos durante os dois dias. O número homenageia o público feminino, e para desenvolver o espetáculo Talitha explicou que foi realizado um estudo sobre todas as fases que a mulher passa “desde a menarca, até a hora de ter um filho”, e então, todos esses momentos serão representados através da dança, que não tem diálogo. “É tudo representado com a dança e a estética”, explicou a coordenadora. O espetáculo terá inínio às 20h30, no auditório do SESC, toda a comunidade está convidada. Crianças menores de 16 anos devem estar acompanhadas dos pais, pois durante o espetáculo, “os artistas realizam movimentos que as crianças podem não entender”, observou Talitha. O valor do ingresso é de R$ 2, para os comerciários e R$ 4 para os não comerciários. Horário das Oficinas: Dias: 28 de Setembro das 18h às 22h e 29 de Setembro das 8h30 ás 12h30 (carga horária de 8 horas) Valor: Gratuito Local: Auditório do SESC Foz do Iguaçu Os interessados devem confirmar presença pelos telefones: (45) 3576.1300 ou 3576.1305.
Desde 1994 Foz do Iguaçu conta com a lei nº 1889, que institui o Ipê roxo como árvore símbolo da cidade
Reportagem: Aline Aguayo
Fotos: Arquivo Francisco Amarilla
No dia 21 de setembro é comemorado o Dia da Árvore, mas Foz do Iguaçu tem um motivo a mais para comemorar: o Dia do Ipê, árvore instituída por lei como símbolo da cidade. Nativa do Brasil, a floração acontece geralmente no mês de julho, quando as temperaturas estão mais baixas, o clima seco e o céu sem nuvens. Em guarani ela é chamada de “Tajý”, que significa resistente.
Uma das principais características da espécie é o ciclo que acompanha as quatro estações do ano: no verão nascem as folhas e brotos; no outono as folhas caem; no inverno acontece a floração e na primavera, a fase de maturação das sementes e semeadura.
Há publicações que qualificam a madeira como de excelente qualidade. É própria para a fabricação de arcos de violinos, o que lhe rendeu o nome popular de pau d’arco. Porém, o corte é protegido por lei.
Em Foz, o uso mais comum da espécie é para projetos paisagísticos e reflorestamento, pois tem crescimento moderado e as raízes não são agressivas. Segundo o ambientalista Francisco Amarilla, a árvore pode chegar a 40 metros de altura.
É a 7ª maior árvore do mundo. “Em Foz temos um Ipê roxo de 1.200 anos que chamamos de Ipê Gigante, é a maior árvore fora do Parque Nacional”, lembrou o estudioso. Ele classificou essa árvore como “a sobrevivente”, pois há anos, quando a família Scherlosk chegou a Foz, esse Ipê foi salvo das motos serras e ainda hoje é preservada pela família. “Eu moro aqui desde que nasci, em 1952, e meu pai, que já morava aqui antes, pediu para preservarmos a árvore, agora isso será passado para o meu filho”, afirmou Antônio Scherlosk Sobrinho, proprietário da residência em Três Lagoas.
O tamanho e até a idade da árvore atraem curiosos e algumas vezes até turistas para o local, “sempre vem um pessoal acompanhado de guias de turismo pra ver a árvore”, observou Sobrinho. Para se ter idéia da espessura do tronco, Amarilla exemplificou dizendo que “é preciso seis pessoas de mãos dadas para abraçar essa árvore”.
Ciclo
Para a espécie chegar à fase adulta são necessários 300 anos. O crescimento é de cerca de uma polegada por ano, e a casca cresce um centímetro a cada cem anos.
Parece pouco, mas levando em consideração o ciclo de vida do Ipê, as dimensões se tornam maiores. A árvore pode viver até 2.500 anos, e então, ela começa a secar naturalmente, “o tronco começa a ficar com buracos, a água começa a infiltrar e ele apodrece”, explicou Amarilla.
Porém, esse ciclo pode ser interrompido pela ação do homem. Mesmo sendo uma madeira de lei (protegida), ainda há casos de corte ilegal, não só do Ipê, mas de muitas outras espécies de preservação.
Além da beleza e elegância, a casca do Ipê possui propriedades medicinais poderosas. “O chá da casca pode ser usado como um controlador do câncer, dependendo do estagio da doença”, pontuou Amarilla.
Lenda
Conta a lenda, que há muito tempo, em um inverno que já estava chegando ao fim, todas as árvores já estavam começando a florescer. Menos os Ipês, que ao contrário das outras árvores, estavam cada vez mais secos.
Os canários então perceberam a tristeza dos ipês e resolveram fazer naqueles galhos, os ninhos. A cantoria dos pequenos pássaros encheram os ipês de alegria e eles queriam de alguma forma poder agradecer o carinho dos canários.
No dia seguinte, o sol estava brilhando, o céu azul sem nenhuma mancha e os ipês estavam todos floridos em tons de amarelo, rosa, roxo e branco.
"Se o que eu sou é também o que eu escolhi ser, eu aceito a condição!"
Jornalista e quase publicitária. Louca por bolsa, sapatos e roupa nova, tanto quanto por sorrisos e sinceridade.
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